DRAGÃO AMARELO

 

TEXTO sobre CIÊNCIA

DRAGÃO AMARELO

 

O Astral

Muitos se perguntam sobre o astral, outros até já conhecem este termo e o que ele representa. Para ambos recomendamos a leitura das obras do VM Samael Aun Weor (link aqui), nas quais em diversas oportunidades ele nos elucida, esclarece e ensina sobre o mundo Astral, também sobre o desdobramento astral.


O astral é uma região, uma dimensão da natureza, na qual podemos ter acesso por meio do desdobramento astral, do discernimento, ou simplesmente nos transportamos até lá, por meio dos sonhos, sejam estes conscientes ou inconscientes. E em realidade e em verdade, este mundo está aqui e agora, penetrando e compenetrando esta tridimensionalidade, mesmo que não a percebamos com nossos sentidos físicos, porém palpável àqueles que tenham desenvolvido os sentidos ocultos.


Contudo, não entraremos nestes aspectos de percepções de poderes inerentes a alma, quando de posse ou no estado que chamamos de vigília, mas sim, comentaremos brevemente acerca deste tema sobre o astral, nos momentos que nosso corpo físico repousa sobre o leito, nos momentos que estamos dormindo, ou seja de sono ou sonhando.

Alguns podem relatar não se recordarem dos sonhos, onde estiveram, enfim, uma gama de relatos. Não recordar que não tivemos sonhos não implica em não estar em corpo astral. Toda vez que adormecemos saímos em corpo astral, mas nem sempre recordamos dos sonhos, então voltamos com a impressão de não termos sonhado, ou não termos saído do corpo físico. Também há sonhos meramente instintivos e brutais, que se relacionam com nosso adormecimento ao longo do dia, e toda esta projeção de nossos anseios, temores, desgostos, enfim tudo que mantém nossa consciência aprisionada ao longo do dia, se projeta na "tela" de nossa mente como sonhos incongruentes, incoerentes, com cenas de ódio, ciúmes, barbáries, etc...
Podemos ter também sonhos mais ou menos conscientes, os quais se alternam entre coisas do cotidiano, e certos aspectos de "mensagens", de simbolismos, que em realidade merecem ser estudados, analisados, refletidos (a parte simbólica somente).


Há também "sonhos" conscientes, onde estamos despertos, conscientes de que estamos no astral, de que estamos sonhando, e mesmo muitas vezes vendo o sonho como se fosse um filme, de que em realidade somos conduzidos por uma força superior, que quer nos ensinar, nos mostrar algo, mas consciente de tudo aquilo. Isto muitas vezes recordamos em sua totalidade, outros parcialmente, ou outros, acabamos nos esquecendo. Isto do esquecimento se dá por diversos motivos, seja por falta de treino de trazer à memória física, seja por agitar o corpo astral como quando acordamos subitamente por um despertador, ou um susto, ou alguém nos chamando, etc..


Isto de trazer a memória, é o trabalho que fazem as glândulas pineal e pituitária. A pineal é responsável pela parte interna, a pituitária é responsável para "traduzir" o que vimos, ouvimos, experimentamos internamente, e projetar na mente física estas experiências. O Mestre Lakhsmi explica sobre o corredor que existe entre estas duas glândulas, a nível interno, claro, dizendo que ali se abrem muitas portas, onde os agregados psíquicos se expressam, e vem à manifestação. Para aqueles que queiram se aprofundar nestas explicações recomendamos a leitura do livro do Mestre Lakhsmi, intitulado "As Jóias do Dragão Amarelo".

E mais profundamente temos experiências internas, no astral, que já não são mais sonhos, que são de forma auto-consciente, então o indivíduo pode desdobrar-se para ir a estas regiões internas da natureza, ou simplesmente por meio do discernimento, onde este deita-se e quando for começar o processo do sonho, ele se questiona se está no físico ou no astral, se questiona por outras observações particulares que tenha desenvolvido, mas que em síntese é algum processo que lhe faz lembrar deste questionamento, deste discernimento, como por exemplo, puxar o dedo indicador ao longo do dia, no astral isto se repetirá, se esticar é porque está no astral, já que no físico isto não acontece. Há diversas maneiras deste discernimento ocorrer, alguns olham as mãos, outros o anel, outros dão um saltinho, outros fazem outros questionamentos. Enfim, cada um tem sua particularidade, e o belo deste trabalho interno que um se dá a tarefa de desenvolver é isto, descobrir por si mesmo, suas particularidades, suas características.

É importante observar que estes questionamentos devem ter um início no próprio mundo físico, ao longo do dia, para que nossa consciência comece a trabalhar, comece a indagar, questionar o porque das coisas, chamando esta consciência para sua realidade, que é o momento presente, o instante que estamos vivendo, o agora, já que nossa mente tem a tendência marcada de nos levar a lembranças do passado e revivê-las ao longo do dia, ou preocupações, angústias sobre o futuro, em resumo, quem acaba tomando conta de nosso corpo físico ao longo do dia são os agregados psicológicos, e permitindo que isto aconteça, quando adormecermos, acontecerá de forma igual, ou seja, reproduziremos estas ansias, temores, em nossos sonhos.


O astral é esta região que permeia a todos nós, e que temos acesso principalmente nos momentos que sonhamos, para desenvolvermos estas faculdades devemos começar trabalhando sobre os três aspectos, ou três fatores da revolução da consciência, que é morrer (psicologicamente), nascer (internamente, as virtudes, as faculdades), e sacrificar-se pela humanidade (expressão da consciência e do amor).

 

04/08/2017